domingo, 17 de junho de 2007

Umbrella














Now it's raining more than ever... You can stand under my umbrella.

When the sun shines
We’ll shine together
Told you I’ll be here forever
That I’ll always be your friend
Took an oath Imma stick it out ’till the end
Now that it’s raining more than ever
Know that we still have each other
You can stand under my Umbrella


Quando me dissestes que podias fechar os olhos e me sentir ao teu lado, meus olhos marejaram.
Senti-me tão teu quando dissestes que meu andar era engraçado, que me vias na minha janela quando chegavas em tua casa.
Agora chove mais do que nunca, mas podes vir e ficar o tempo que quiseres aqui, embaixo de meu guarda chuva. Claro que um pingo ou outro cairá sobre nós, mas estaremos a salvo aqui embaixo. Não, menino! Não deves morder meu nariz! Mas isso te faz bem, acho que não há problemas... Ai! Não, não doeu tanto assim. Mas agora chega mais perto, a chuva ainda insiste em cair. Teu corpo é quente... é bom ficar do teu lado, menino. Ah, eu ando engraçado? Você acha? Então devo dizer que teus olhos são lindos. Não se encabule! Ei, olha pra mim. Lindos. Sim, são lindos.
Essa chuva não cede. Mas devo confessar que ficar aqui, embaixo desse guarda-chuva, contigo não é de todo mal. Esses pingos que caem eventualmente sobre mim não chegam a incomodar. Tá tudo bem com você? Pode chegar mais perto, menino. Não quero que fique molhado. Queria poder parar de olhar pros teus olhos por um instante, mas são tão lindos. Perdoa se te encabulo? Ai! Não tornes a morder meu nariz, menino! Se doeu? Não. Na verdade, começo a gostar que o faça. Para onde olhas? Ah, é só um transeunte... Se me incomodo que olhes? Não, contanto que fiques aqui pertinho de mim, embaixo do meu guarda chuva.
Tens um cheiro bom, menino. Acho que não quero mais que essa chuva passe... Posso ficar mais tempo do teu lado? Posso segurar tua mão? Tão brancas tuas mãos. É, meus dedos são esquisitos mesmo. Agora a chuva cai fina... mas se eu pedir pra que continues aqui, o que me responderás? Não me deixe tão aflito, menino, diga-me! Ai! Essa mordida no nariz é um sim?


Só pra dizer que você pode ficar aqui, pertinho de mim, pra sempre viu?

terça-feira, 5 de junho de 2007


Confiança

do Lat. confidentia

s. f.,
segurança e bom conceito que se faz de alguém;

convicção do próprio valor;

firmeza de ânimo;

crédito;

intimidade, familiaridade;



é isso.

sábado, 2 de junho de 2007

Nem Rio, nem Hill


Vou ficar sem a Lauryn na minha vida, ao que tudo indica. Sei que é um trauma bem complicado de superar, que posso passar anos de minha vida sem conseguir ouvir o nome "Lauryn Hill" e não derramar um balde de lágrimas. Tudo conspirava a favor da minha ida ao Rio para ver a Hill, mas, como de costume, foi tudo por terra.
A negona em questão vai apresentar em seu show as trilhas do Miseducation e Unplugged. Os shows acontecerão - sim, mesmo sem a minha presença os shows acontecerão - nos dias 14 e 15 de Junho, em São Paulo e no Rio, respectivamente.
Lauryn é conhecida por sua voz rasgada e pelo sincretismo rítmico. A cantora passeia pelo R&B, faz curvas perfeitas no hip-hop e desemboca no blues. Lauryn tem colegas de muito peso e congêneres que também fazem uma mistura de ritmos com muita maestria, mas ela consegue se destacar por sua desenvoltura nos palcos e por seu carisma inegável.
Poucas vezes o Brasil recebeu divas como a cantora. E, nas poucas vezes que recebeu, eu não tive a oportunidade de ir vê-las. Quem conhece este nobre blogger que aqui vos escreve, sabe de sua paixão por cantoras negonas. Então, fica clara a minha consternação diante da impossiblidade de ida ao Rio para ver a Hill. Juro que estava me animando com a idéia de comprar um colete a prova de balas que combinasse com meu All Star vermelho.
Me restam, ainda, a Amy - que não é negona por puro acaso - , a Angie, a Nina e a Ella, todas a cantar no pé do meu ouvido. Não sei se vou suportar mais ouvir a Hill ao pé do ouvido. Queria ouvi-la do gargarejo! No pé do palco.
É... parece que vou ficar sem Rio e sem Hill.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

O sorriso é simpático, vai...

E todos diziam:
- Ah, du! Faz um blog, você leva jeito pra essa coisa de escrever!
O du replicava:
- Ah... Eu até tenho vontade de ter um blog.... mas é que...
Todos interrompiam:
- "Mas é que" nada! Deixe de bobagem e se ponha a escrever!

O grande problema é que o du não tem uma produção linear, muito menos uma produção passível da compreensão do grande público, sabem?
Acho que essa coisa de escrever de forma passional é uma constante na produção dele.
Acho também que ele não se acha uma pessoa interessante, por isso não externa coisas tão facilmente... Queria ele falar de coisas bonitas e inventar personagens fantásticos, mas só consegue olhar pro próprio umbigo e reclamar do pelinho encravado que ali perto forma uma erupção avermelhada.
Falta-lhe, ainda, muita experiência. De quebra, pra não deixá-lo aqui com cara de bobo, ele até leva jeito com os sorrisos... Vez ou outra alguém cede a tão pobre criatura um elogio pela arcada dentária tão defeituosa mas mesmo assim agradável. Ele escova os dentes 3 vezes ao dia e deve-se a isso, ao creme dental, e não aos dentes do rapaz com dificuldades de produção textual, o fato de receber tão gentis lisonjas.
Mas, esquecendo um pouco essa coisa dos dentes dele e voltando nossa atenção a produção de tão improdutivo rapaz, atentemos para falta de assunto que aqui podemos também observar. Mas não o julguem tão rigorosamente. Ele só está a tentar o início de um blog, que, sabe Deus, se vai pra frente dadas as circuntâncias analisadas.

Agora chega de escrever besteiras.

Bem vindos ao meu e g o . ;)